QUEM
SOU
Diante as transformações ocorridas
na contemporaneidade, a formação do professor reflexivo, como alternativa às
dificuldades decorrentes da formação começa aparecer nas práticas
profissionais.
Essa atualidade, as tecnologias
interagem não só as mídias digitais, como novas linguagens na vida cotidiana do
ser humano. O primeiro desafio do professor é ter a possibilidade de
transformar informação em conhecimento e dar novas formas de desenvolvimento.
Ter uma avalanche de informações, não significa dizer uma avalanche de
conhecimentos.
A Educação que eu desempenho como
professora é aquela que me faz mais eu, que desperta do mistério do meu ser, as
potencialidades adormecidas. Isso me faz ser uma educadora que aprende e é
relevante para ressignificar o papel que desempenho. Automaticamente reflete na
aprendizagem dos alunos, e nessa troca, ela fica sendo linhas de forças e
expectativas para a obtenção do conhecimento. Não abandono, ou perco ou recuo
as minhas multiplicidades. Mudar a forma de aprender é mudar a forma de
ensinar. Para tal, apropriar-se dos desafios e não deixar que o conhecimento
seja absolutamente verdades em si mesmo, insubstituíveis, pode ser um sinal que
os futuros cidadãos que estou formando sejam aprendizes mais flexíveis,
eficazes, autônomos e até autodidatas.
A escola não fica fora dessas
mudanças por isso deve ficar atenta para satisfazer e proporcionar incentivo ao
educador e educando na busca desse conhecimento, para se manter viva é só sendo
um canal digital para a interação com o mundo, que se fará significativa dentro
da educação.
Mais uma vez, eu, como professora,
tenho a consciência que devo ser um canal entre o educando e a escola, para
manter a busca do conhecimento dentro da própria escola, visto que a mesma pode
ser volátil a tantos ambientes diferentes que também oferecem tantas
informações. A escola precisa acompanhar esse impacto tecnológico, da mesma
forma que o professor. Porque professor-escola tem uma importância na formação
do ser humano.